sábado, 25 de julho de 2009

HUMOR ESPERTO

Olhem que estratégia esperta a agência de publicidade Filadélfia, de Belo Horizonte, utilizou pra promover sua seleção de estagiários:

Algo simples e aparentemente pouco atrativo - um processo de seleção - transformado em uma ação de marketing sutil, que faz a marca circular e envolve outros tipos de público que não os candidatos a estágio. Uso inteligente da internet!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

PEQUENO DELEITE

Incrível! Mais um exemplo de que é a Internet é mesmo um espaço de reinvenção. Divirtam-se e curtam o site do FOX aqui! (Dica da Inês)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O SHOW TEM MESMO QUE CONTINUAR?
















Deixo as duas imagens para serem digeridas ao longo dos próximos dias. Não deixa de ser um comentário aos desdobramentos da morte de Michael Jackson ao longo desta semana... E, assim, o mundo vai alternando seus desfechos entre o pão (no Brasil, prefere-se pizza!) e o circo! Afinal, o show tem que continuar. Ou não?

sábado, 4 de julho de 2009

CONVERGÊNCIA. QUE BICHO É ESSE?

"Convergência de mídias" entra tranquilamente no pacote das expressões em alta no mundo da comunicação. Ainda estamos em um terreno de experimentação, testando e descobrindo o que pode ou não ser feito, o que funciona ou não. Por isso, nem sempre a convergência é pensada com a amplitude com que poderia, mas, sem dúvida, não se trata de mero modismo. Essa palavrinha veio pra ficar.
Convergência de mídias não passa só pela junção de recursos audiovisuais em uma mesma peça, ou seja, pela associação de vídeo, arquivos de áudio, textos, imagens em diferentes formatos, links, entre outros. A produção de conteúdos híbridos, que mesclem referências e recursos é sim uma tendência à medida em que se entenda que as mídias são complementares e não excludentes. Articulá-las é poder enriquecer os conteúdos e ampliar a profundidade com que eles são tratados. Trata-de do uso estratégico e articulado das mídias em torno de um objetivo de comunicação.
Convergência também é, portanto, reapropriação. Tendo clareza dos "porquês" é possível brincar com os "como". "Como fazer" é um terreno infinito de possibilidades e, por isso, as ferramentas podem ser utilizadas de maneiras múltiplas e à luz da lógica de funcionamento de plataformas e dispositivos a princípios não associáveis.
Para fechar, um exemplo brilhante do que discutimos: a home page da agência BooneOakley, feita no YouTube:

domingo, 28 de junho de 2009

SUPER OBAMA!

Um pouco de diversão vai bem...sempre!

domingo, 21 de junho de 2009

AS EMPRESAS ESTÃO PREPARADAS PARA OUVIR OS CLIENTES?

Outro dia uma amiga me contou que foi criticada pelo departamento de TI do lugar em que trabalha porque ela fez um twitter para a empresa estreitar o contato com clientes, se posicionar em torno de temas relevantes para seu modelo de negócios e abrir um canal de conversação com públicos relevantes e que podem vir a se tornar clientes. O argumento contra a entrada no microblog foi a de que o twitter não passa se um modismo e que podem surgir comentários negativos sobre a empresa.

Bem, já há algum tempo, as marcas não pertencem mais às organizações, mas aos consumidores. Independente de ter um site, um twitter, um blog, a chance da empresa entrar na rede via clientes, satisfeitos ou não, é muito alta. Não há como exercer esse tipo de controle, mas há como gerenciá-lo da melhor forma possível, a partir do entendimento de que não é possível ignorar as mídias sociais e o lugar que elas ocupam na vida das pessoas. Mais que isso, não é possível barrar a vontade e a necessidade das pessoas se expressarem sobre suas experiências.

Falsear perfis, ignorar reclamações, processar clientes que fazem críticas ou fomentam discussões é se expor, e não se proteger como ainda acreditam algumas organizações... No Social Minas , evento ocorrido em Belo Horizonte esse fim de semana, o tema entrou em discussão, com o seguinte exemplo:






Os demais capítulos da novela com a sky podem ser acessados aqui . É um exemplo muito bom, dado pela palestrante Lou Martins, da Cubo.cc (por falar nessa agência, olhem esse trabalho deles! muito bom!), que ratifica a importância das empresas enxergarem os clientes como potenciais formadores de opinião e produtores de conteúdo e evitarem que uma experiência negativa se viralize e cresça, como aconteceu com a Sky.
Levar em consideração o que se passa nas redes sociais é, cada vez mais, fundamental. Mas entrar na rede não é o suficiente, se não se está preparado para ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre a marca, sobre a empresa, sobre a experiência de compra com aquele produto ou serviço. Essas experiências podem ser positivas ou negativas mas, independente disso, elas são fontes de informação e de aprendizado para a organização. Aprender a ouvir para aprender a aprender. Talvez seja esse o ponto.

domingo, 14 de junho de 2009