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quinta-feira, 3 de junho de 2010

NOSSA POLIDEZ NOS FAZ MAL

No Brasil são fartos os exemplos das campanhas publicitárias tiradas do ar... Tudo o que soa agressivo, polêmico ou provocativo demais pode estar sujeito a reclamações e às intervenções do CONAR, que regulamenta a atividade publicitária no país. Legítimo? Parece que sim. Afinal, a população tem o direito de se manifestar. O que às vezes eu me pergunto, é se a "polidez" ou essa fragilidade do brasileiro em relação a polêmicas (e, em grande parte das vezes, isso significa não estar muito disposto a discutir o que realmente importa) não nos atrapalha.
Essa semana me chegou por e-mail um vídeo made in Inglaterra: trata-se de uma campanha sobre os efeitos do álcool e das drogas na vida de todo mundo. O vídeo é pesado? Sim. Mas resolveu o problema: depois dele, foi observada uma mudança de atitude em 40% da população inglesa, com queda do número de acidentes e do uso de entorpecentes. Em se tratando de assuntos como esse, que interferem diretamente no bem-estar de todos, o poder de resolutividade de uma ação não deveria ficar em primeiro plano?
Somos muito polidos, mas estamos sempre afogados em problemas... E, se a nossa justiça e políticas públicas já não ajudam muito, que mal faria um "knockout" esporadicamente aplicado por campanhas publicitárias?

Assistam ao vídeo:

sábado, 25 de julho de 2009

HUMOR ESPERTO

Olhem que estratégia esperta a agência de publicidade Filadélfia, de Belo Horizonte, utilizou pra promover sua seleção de estagiários:

Algo simples e aparentemente pouco atrativo - um processo de seleção - transformado em uma ação de marketing sutil, que faz a marca circular e envolve outros tipos de público que não os candidatos a estágio. Uso inteligente da internet!