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domingo, 17 de janeiro de 2010

SKY: voltei inteira!

Senhoras e senhores, o sábado foi de estréia! Eu e Carol (de Curitiba) fomos para uma estação de sky e snow que fica perto de Toronto e, tenho que dizer, me saí muito bem... Eu e Carol costumamos ter umas ideias meio "programa de índio" e, confesso, achamos que estávamos caindo em mais uma furada quando, no ônibus, durante a ida, o monitor que nos acompanhava nos entregou um termo de compromisso em que devíamos assumir as responsabilidades sobre um eventual acidente e, pasmem, uma possível morte... Sureal!!! Nesse momento já rolou aquela entreolhada básica que, essencialmente, significava um PQP! do tamanho do mundo... heheheh. Mas... Resolvemos prosseguir... Chegando na estação e, após nos vestirmos, a primeira cena que vimos foi a de uma ambulância (leia-se, um carrinho de andar na neve que toca uma sirene) puxando um corpo todo enrolado. Não sabemos se estava morto ou vivo, mas foi o suficiente para mais uma entreolhada e mais um PQP! xingado mentalmente...
Era a nossa vez de tentar... Tivemos uma aulinha tosca com um monitor. Resultado: na primeira descida, a Carol teve a manha de "encoxar" um japonês... Como eu queria ter filmado aquela cena! ela desceu no embalo, não conseguiu frear, e pegou o cara pelas costas... Quase morri de rir! Prosseguimos com um tombo e com um capotamento da Carol, que eu não vi porque estava descendo ao mesmo tempo que ela... Mas ela está inteira!! hehehehhehe...
Por incrível que pareça e, ao contrário do que eu podia imaginar, não sofri nem uma queda. Após duas descidas na pista de treinamento troquei para uma mais íngreme... Acho que se eu morasse aqui seria uma grande atleta do sky. O snow eu não pude experimentar, não só porque eu não estava afim de tentar suicídio, mas porque precisávamos escolher somente um esporte e meu instinto de sobrevivência me mandou ficar com o sky.
Terminamos o dia inteiras e satisfeitas com o nosso desempenho. Se você quiser espiar esse momento aventura, entre aqui!
Bjo
Saudades, Brasil!

domingo, 21 de junho de 2009

AS EMPRESAS ESTÃO PREPARADAS PARA OUVIR OS CLIENTES?

Outro dia uma amiga me contou que foi criticada pelo departamento de TI do lugar em que trabalha porque ela fez um twitter para a empresa estreitar o contato com clientes, se posicionar em torno de temas relevantes para seu modelo de negócios e abrir um canal de conversação com públicos relevantes e que podem vir a se tornar clientes. O argumento contra a entrada no microblog foi a de que o twitter não passa se um modismo e que podem surgir comentários negativos sobre a empresa.

Bem, já há algum tempo, as marcas não pertencem mais às organizações, mas aos consumidores. Independente de ter um site, um twitter, um blog, a chance da empresa entrar na rede via clientes, satisfeitos ou não, é muito alta. Não há como exercer esse tipo de controle, mas há como gerenciá-lo da melhor forma possível, a partir do entendimento de que não é possível ignorar as mídias sociais e o lugar que elas ocupam na vida das pessoas. Mais que isso, não é possível barrar a vontade e a necessidade das pessoas se expressarem sobre suas experiências.

Falsear perfis, ignorar reclamações, processar clientes que fazem críticas ou fomentam discussões é se expor, e não se proteger como ainda acreditam algumas organizações... No Social Minas , evento ocorrido em Belo Horizonte esse fim de semana, o tema entrou em discussão, com o seguinte exemplo:






Os demais capítulos da novela com a sky podem ser acessados aqui . É um exemplo muito bom, dado pela palestrante Lou Martins, da Cubo.cc (por falar nessa agência, olhem esse trabalho deles! muito bom!), que ratifica a importância das empresas enxergarem os clientes como potenciais formadores de opinião e produtores de conteúdo e evitarem que uma experiência negativa se viralize e cresça, como aconteceu com a Sky.
Levar em consideração o que se passa nas redes sociais é, cada vez mais, fundamental. Mas entrar na rede não é o suficiente, se não se está preparado para ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre a marca, sobre a empresa, sobre a experiência de compra com aquele produto ou serviço. Essas experiências podem ser positivas ou negativas mas, independente disso, elas são fontes de informação e de aprendizado para a organização. Aprender a ouvir para aprender a aprender. Talvez seja esse o ponto.