No livro Cultura da Interface, Steve Johnson tece uma discussão sobre o papel mediador que a interface estabelece com o “usuário” - “interator” para alguns autores-, interferindo diretamente na relação entre ele e a máquina. Johnson defende que as interfaces são metafóricas e que, portanto, é um equívoco tentar fazer com que as diferenças entre o objeto real e o evocado pela metáfora do computador desapareçam. Me lembrei desse autor após ler a notícia de que o Lively sairá do ar... Durante a graduação um professor já nos pedia que tratássemos o Second Life com cautela porque, para ele, a febre iria passar muito em breve. Parece que ele estava certo e que, espertamente, o Google resolveu cair fora antes que o barco afunde!
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domingo, 23 de novembro de 2008
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